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Shaun lança álbum de estreia homônimo e consolida identidade no rock porto-alegrense

  • Foto do escritor: Susse Magazine
    Susse Magazine
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

A banda porto-alegrense shaun apresenta, no dia 7 de novembro, seu primeiro álbum homônimo, marcando um novo capítulo em sua trajetória. Com nove faixas inéditas, o disco consolida a formação atual com sete integrantes e reafirma a identidade musical do grupo, construída desde 2019 a partir de influências do rock brasileiro, gaúcho e britânico.


A formação reúne Eduardo Comerlato (guitarra), Eliéser Lemes (bateria), Joana Luna (percussão e voz), João Carneiro (voz e guitarra), John Vitto (guitarra e voz), Lucas Juswiak (baixo) e Samuel Kirst (teclas e voz). O trabalho representa um ponto de amadurecimento artístico, firmando de vez o som e a personalidade da banda.


Produzido por John Vitto, com mixagem e masterização de Mário Arruda, e lançado pela Frase Records, o álbum traz nove composições inéditas que equilibram crítica e sensibilidade. Entre elas está “Vivienne Westwood”, single já divulgado anteriormente, com produção assinada por Bruno Neves e Léo Braga.


A irreverência e inventividade de bandas como Os Mutantes, Titãs, Ira!, Fellini e Planet Hemp dialogam com a energia de nomes gaúchos como De Falla, Cachorro Grande, Bidê ou Balde, Júpiter Maçã e Ultramen. Ao mesmo tempo, o disco carrega ecos do rock britânico de The Clash, The Specials e Oasis, criando uma ponte sonora entre Porto Alegre e Manchester — onde o cinza do sul encontra o peso melódico e a atitude do Reino Unido, com toques sutis de reggae atravessando as composições.


A gênese do álbum está ligada à entrada de John Vitto na banda. O encontro aconteceu quando o grupo buscava um novo guitarrista e percebeu afinidades nas referências compartilhadas. A partir dessa conexão, surgiu a ideia de iniciar as gravações — processo que evoluiu de forma orgânica até resultar no disco completo.


As nove faixas transitam entre desabafo, afeto e ironia. As letras abordam relações, deslocamentos e frustrações cotidianas, mas também trazem leveza, humor e resistência. O álbum costura crítica e sensibilidade na mesma medida, traduzindo o olhar particular da shaun sobre o mundo que a cerca e estabelecendo a banda como um nome promissor na cena independente do sul do país.



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