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O Nó Inicia Nova Era Musical com o Lançamento de “Fogo (É)”, Precedendo Terceiro Álbum

  • Foto do escritor: Susse Magazine
    Susse Magazine
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

A banda paulistana O Nó apresenta ao público nesta sexta-feira, 13 de Março, “Fogo (É)”, o primeiro single de seu vindouro terceiro disco de estúdio. Esta faixa não apenas antecipa o novo trabalho, mas também sinaliza uma significativa transformação na configuração e na sonoridade do grupo, com a integração de Lucas Tamashiro (conhecido por seus trabalhos em Raça e Gumes) no guitar synth e vocais. Tamashiro assume o posto anteriormente ocupado por Matheus Perelmutter, que se despede dos teclados e sintetizadores.


Com essa reformulação, O Nó, que historicamente se move entre as vertentes do rock psicodélico, progressivo e dreampop, agora expande seu horizonte musical. A banda incorpora influências do rock alternativo, emo e shoegaze, prometendo uma tapeçaria sonora mais ampla e contemporânea.


“Fogo (É)” mergulha em uma reflexão introspectiva sobre a erosão de perspectivas e ideologias. A gravação foi realizada no renomado Estúdio El Rocha, sob a engenharia de Fernando Sanches (CPM 22, O Inimigo) e Vinicius Lunardi (Budang). As camadas de guitarra e os vocais foram capturados por Lucas Tamashiro, que também desempenhou um papel crucial na produção, mixagem e masterização da faixa. A identidade visual do single, incluindo a arte da capa, os letterings e a fotografia do videoclipe, é obra de Luis Aranguri.


Com distribuição pela Ditto e lançamento pelo recém-criado selo da banda, Turminha Records, “Fogo (É)” é o ponto de partida para uma série de lançamentos. O Nó planeja disponibilizar pelo menos mais três faixas nos próximos meses, com apresentações já agendadas em importantes casas noturnas da capital paulista. A nova fase da banda estabelece pontes com artistas como Turnover, Terno Rei, Clube da Esquina e Boogarins, atraindo um público diversificado.


Percurso Artístico de O Nó

Formada em 2013, em São Paulo, por Rodolfo Almeida (baixo e voz), Mateus Bentivegna (bateria e voz) e Alexandre Drobac (guitarra e voz), O Nó rapidamente se consolidou no cenário underground. O grupo tem uma trajetória marcada por performances em palcos emblemáticos como Breve, Neu, Puxadinho da Praça, Fffront, Porta Maldita, Porta e Bar Alto.


O EP-1 (2015), seu trabalho de estreia, foi amplamente reconhecido como um marco na psicodelia brasileira. Posteriormente, a banda aprofundou sua exploração sonora em Resquícios Cromáticos (2020), um álbum produzido por Otávio Bonazzi (Alaska, Teago Oliveira), que introduziu atmosferas mais etéreas e texturas de dreampop, figurando em diversas listas de melhores do ano.


Em Era Normal (2024), O Nó refinou sua proposta, apresentando composições mais concisas, rítmicas e dinâmicas, que abordam questões contemporâneas sob a ótica do art rock. Desde maio de 2025, a banda tem se dedicado intensamente à criação dessas novas peças musicais, que agora começam a ser reveladas, prometendo um capítulo empolgante na evolução de sua arte.



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